Thursday, April 4, 2013

O ultraleve anfíbio brasileiro SeaMax

O ultraleve anfíbio brasileiro SeaMax:
O SeaMax é uma aeronave anfíbia, opera em terra e na água, com capacidade para dois ocupantes e pode ser equipada com motor Rotax 912S que desenvolve 100hp. Monoplano de asa alta semicantilever e possui o alojamento do motor na parte central da fuselagem do avião. Devido esse arranjo o SeaMax tem o hélice alojada atrás do motor.
AVIAÇÃO GERAL: 03 de abril de 2013

VERSATILIDADE DO AVIÃO ANFÍBIO
O Brasil, com 8.000 km de litoral, recortado de rios, lagos e represas, é o habitat natural do avião anfíbio. A versatilidade da operação, além de pouso na água e em pistas convencionais, permite pousar na água e taxiar para terra firme e vice-versa. Isso permite um voo descontraído sobre a água, proporcionando o prazer que só esse tipo de voo esportivo oferece. Apesar dessas características do SeaMax, em nada comprometem a sua performance quando comparado ao avião convencional.
SEGURANÇA DE OPERAÇÃO
Devido a essas características pode voa sempre apoiado por uma infinidade de opções para pouso em caso de alguma pane. Sua baixa velocidade stol, 36 mph ou 57Km/h a confiabilidade do motor Rotax e a integridade estrutural da estrutura monocoque construída em material composto de alta resistência pode ser considerado uma aeronave muito segura.
DESEMPENHO
O SeaMax tem o maior envelope de voo na categoria anfíbios. Envelope de voo são os parâmetros mínimos e máximos em que uma aeronave pode e deve ser operada. Velocidade de cruzeiro de 100 mph, 180 Km/h, e velocidade de stol de 36 mph o pouso e a decolagem tem uma corrida curta e isso pode ser fundamental para alcançar locais de pouso apertados principalmente nas emergências. Além disso, segundo seu fabricante, uma docilidade e harmonia de comandos invejáveis.
O CONFORTO E SEGURANÇA
Possui um amplo cockpit, acomodando confortavelmente piloto e passageiro. Tem bancos ajustáveis permitindo um conforto melhorado independente da estatura dos ocupantes. Devido a isso pode alçar voos de longa duração sem provocar fadigas em seus ocupantes. A visibilidade é um atrativo a mais graças a seu amplo para-brisa inteiriço construído em peça única. Juntando tudo isso pode seu voo pode ser muito prazeroso e excepcionalmente seguro.
TECNOLOGIA AVANÇADA
Tecnologia de ponta no emprego de materiais compostos em suas estruturas, como a fibra de vidro, fibra de carbono e o Kevlar. Graças a limpeza aerodinâmica e o perfil do aerofólio da asa otimizados tem uma operação anfíbia de alto desempenho. Além disso, o mecanismo eletromecânico do trem de pouso é construído de forma proporcionar grande confiabilidade aeronáutica.
O SeaMax é construído com materiais compostos de alta tecnologia, como fibra de carbono, Kevlar® (Fibra Aramida), fibra de vidro, alumínio aeronáutico e aço inox, e passa por um rígido controle de qualidade tanto na confecção de suas peças quanto nos demais processos de pintura e montagem.
A concepção do design exterior do SeaMax foi um desafio, pela harmonia entre sua beleza e suas eficiências hidro e aerodinâmicas. Desde o início o objetivo foi projetar uma aeronave singular, dócil, que além de ter uma excelente performance em voo, também possui boas características na água.
PREÇO COMPETITIVO
Com as opções de mercado nacional e importado para aviões anfíbios e para ultraleves avançados de mesma categoria. O SeaMax é enquadrado na categoria S-LSA (SPECIAL LIGHT SPORT AIRCRAFT) pelo FAA nos Estados Unidos. E participou da feira de Lakeland–USA em abril de 2012 como o melhor anfíbio entre 30 ‘trinta’ competidores. A aeronave pode ser adquirida pronta para voar ou em forma de Kit, kits de construção rápida (fast build kit), onde o proprietário assume a tarefa de terminar o avião o que envolve a montagem, a motorização, instrumentação e a legalização do avião.  Avião Standard é cotado em Reais pelo fabricante.
Conheça outras aeronaves da mesma categoria seguindo os links abaixo
ICON A5 – DE VOLTA O PRAZER DE VOAR


Super Petrel LS – O sucesso da Edra Aeronáutica

IRAN DEZFUL AIRSHOW 2.013

IRAN DEZFUL AIRSHOW 2.013:
 Pasada sobre la base de un par de Su-24Mk iraníes.
Lo que nos permite apreciar que uno de ellos lleva el nuevo camo en tonos verdes, o es un avión nuevo que ya comenté. Sigo sin identificar su serial.
Efectivamente y para disipar dudas, lo que había aparcado entre un F-14 y un Su-24Mk son dos F-4 Phantom iraníes.
Este, el más próximo al Su-24MK lleva el serial en la deriva censurado o yo al menos no lo aprecio bien. Si se ve un numero en la base de la deriva.
Este otro en cambio, el más próximo al F-14, es de una variante diferente y si tiene serial visible en la parte superior de la deriva.

80th birthday for first flight over Mount Everest

80th birthday for first flight over Mount Everest:
Today marks the 80th anniversary of the historic first flight over Mount Everest, when in 1933 The Squadron Commanding Officer Lord Clydesdale, and his 'B' Flight Commander Flight Lieutenant David McIntyre, flew two Westland Wallace biplanes on an extended flight over the world's highest peak.
The legacy left by these two pioneers is a strong aviation hub at Prestwick of which BAE Systems Regional Aircraft - the direct descendant of Scottish Aviation - is a key part.

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A380 double flyover

A380 double flyover:
A Qantas A380 and Emirates A380 flew in formation over Sydney Harbour this morning, to mark the commencement of the global aviation partnership between Emirates and Qantas.
The deal announced in September, provides extensive partnership to collaborate on routes and frequent flyer benefits. Read the full story here
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Wednesday, April 3, 2013

A Bear In The Air

A Bear In The Air:

An air-to-air overhead view of a Soviet Tu-95 ‘Bear’ strategic bomber, taken by the US Navy in May 1974.

Photographer: Unknown/US Navy

Licence: PD-US

NOVEDADES DE IRAN Y CHINA

NOVEDADES DE IRAN Y CHINA:
Imágenes inéditas hasta ahora -creo- de un drone americano derribado sobre Irán en invierno de 2.006. Se ve claramente el emblema de la USAF en el ala.
 Detalle del motor y la hélice.
Recientemente se ha celebrado un Airshow en Dezful, Irán. En la imagen un FT-7 biplaza doblemando de origen chino.
 Vista general del Festival.
El pasado 30 de Marzo un Sujoi Su-27UBK biplaza doblemando chicho sufrió un accidente. Sus dos pilotos fallecieron al fallar los asientos eyectables según informaciones chinas. Pero según veo en la foto los asientos no están en la cabina, luego si se eyectaron. El avión no presenta grandes daños en su fuselaje salvo los producidos por el fuego. luego aterrizó de panza. Sospecho una eyección a nivel del suelo tras un intento de aterrizaje forzoso y eso fue lo que produjo la muerte de los pilotos. No el fallo del asiento. Descansen en paz. Gracias especiales a Hugo González Ponce por la información y la foto.

Tuesday, April 2, 2013

FAB se despede do herói de guerra Major-Brigadeiro Meira

FAB se despede do herói de guerra Major-Brigadeiro Meira:
Com a mesma garra com que combateu na Segunda Guerra Mundial, o Major-Brigadeiro do Ar José Rebelo Meira de Vasconcelos travava há cinco dias uma intensa luta no Hospital Central da Aeronáutica. Na manhã deste sábado (30/3), às 8h25, a batalha cessou aos 90 anos.
Aviação Geral: 31 de março de 2013
A Força Aérea Brasileira perdeu, assim, um de seus maiores ícones. Herói de guerra, militar dedicado, deixou um legado inestimável para a FAB, para a aviação de caça e para o Brasil. O velório do Major-Brigadeiro Meira será realizado nesta tarde, das 13 às 16 horas, no Terceiro Comando Aéreo Regional (III COMAR). O sepultamento está marcado para o Cemitério São João Batista, às 17 horas, no Rio de Janeiro.
A trajetória do Major- Brigadeiro Meira iniciou-se em 1943, quando se formou na Escola de Aeronáutica no Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro. Como Aspirante, seguiu para o Nordeste, mas logo em seguida foi convocado para servir no 1º Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA). 
O Grupo foi enviado para a 2ª Grande Guerra Mundial. No conflito, o Brigadeiro Meira tornou-se um herói. Cumpriu nada menos que 93 missões no front europeu, como piloto de caça da Esquadrilha Verde. Sua primeira missão ocorreu em 11 de novembro de 1944 e a última em 2 de maio de 1945, considerada a derradeira missão do Grupo de Caça nos céus da Itália. Em 18 de junho de 1945, o militar partiu de Pisa, na Itália, para os EUA a fim de efetuar o translado de novos aviões P-47 para o Brasil. Em sua carreira militar voou 6.000 horas entre as aviações de caça e de transporte.
Ao regressar ao Brasil, foi formar novos pilotos de caça no Grupo de Aviação de Caça, na Base Aérea de Santa Cruz. Por causa de sua grande experiência, foi convocado para transmitir a doutrina aplicada na Guerra aos oficiais, como instrutor da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica, em São Paulo. Comandou ainda a Escola de Bombardeio Médio.
Os vínculos e as amizades constituídas durante a Guerra tornaram-se perenes e renderam situações inusitadas. Durante o conflito mundial o então Tenente Meira era comandado pelo Major Nero Moura, que mais tarde assumiria o cargo de Ministro da Aeronáutica. Quando o Brigadeiro Meira, casado havia pouco tempo, chegou em Recife, foi convocado pelo Ministro Nero Moura de forma enfática: “Esteja em meu Gabinete, aqui no Rio de Janeiro, amanhã às 15 horas”. Ainda que tentasse argumentar, a confirmação do Ministro teve igual ênfase: “Esteja em meu Gabinete amanhã às 15 horas”. Foi designado então Oficial de Gabinete e Ajudante de Ordens do Ministro da Aeronáutica. Em um cenário distinto do vivido na campanha da Itália, os amigos voltavam a conviver.
Na sequência de sua carreira, o Brigadeiro Meira ocupou vários cargos de destaque. Foi Membro da Comissão Aeronáutica em Washington, EUA; Comandante e Oficial de Operações do 2º Grupo de Transporte; Chefe da Seção de Logística e de Operações do Comando de Transporte Aéreo; Instrutor da Escola de Comando e Estado Maior da Aeronáutica; Subchefe do Gabinete do Ministro da Aeronáutica; Chefe da Seção de Planejamento do Estado Maior da Aeronáutica; Membro do Corpo Permanente da Escola Superior de Guerra.
Reformado em outubro de 1966 no Posto de Major Brigadeiro do Ar, o incansável Brigadeiro Meira continuou desenvolvendo suas atividades na vida civil. Entre os cargos que ocupou estão o de Superintendente Administrativo da Sondotécnica Engenharia de Solos S.A; Diretor Administrativo da Sondoplan Planejamento, Pesquisa e Análise S.A; Superintendente de Coordenação Operacional da VASP; Presidente da Cia Brasil Central Linha Aérea Regional; Assessor de Operações, Diretor Administrativo e Vice Presidente Executivo da Brinks S.A.
De temperamento afável, o Brigadeiro-Meira deixa um legado de profissionalismo e será sempre lembrado pela serenidade. Serenidade como a que exibia no Birutinha, bar do Clube de Ultra-leves que fica no Clube de Aeronáutica da Barra da Tjuca. Ouvia atentamente as histórias de seus companheiros, mas quando na roda de amigos o assunto era o Grupo de Aviação de Caça, ali estava ele para contar com riqueza de detalhes as agruras, as dificuldades e as vitoriosas missões da FAB na Segunda Guerra Mundial. Relatos que só mesmo um herói de guerra poderia fazer.
Fonte: Agencia Força Aérea – FAB